Desde que Luiz Inácio Lula da Silva reassumiu o cargo de Presidente e Enio Verri tomou posse como diretor da Itaipu Binacional, a usina tem despendido quase R$ 3 bilhões em convênios. A partir de 2019, os custos acumulados chegam a R$ 7,5 bilhões, com um crescimento notável durante o terceiro mandato de Lula.
As reportagens da imprensa têm enfatizado as inconformidades em Itaipu. As publicações do jornal Folha de S.Paulo e Poder360 identificaram falhas no “Programa Bio Favela”, um projeto de R$ 24 milhões em colaboração com o Instituto Athus. Notas fiscais indicam a aquisição de 3.150 bolas da marca Penalty a custos exorbitantes, impróprias para crianças e em quantidade excessiva.
Foi divulgado pelo Estado de S. Paulo que a usina vai alocar R$ 750 milhões para a Unila, no Paraná, através de um fundo genérico não associado a projetos específicos. Adicionalmente, Itaipu planeja investir R$ 1,3 bilhão na COP30, em Belém.
Contudo, os incidentes mencionados são apenas uma pequena parte dos acordos duvidosos que podem ser identificados nas planilhas. A Revista Oeste examinou o conteúdo e descobriu mais de duas doações realizadas para personalidades vinculadas diretamente ao Partido dos Trabalhadores.