Nos últimos meses, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo de uma narrativa imposta pela grande mídia e seus aliados: a acusação de ser um “ladrão de joias”. A história, com nuances de escândalo, foi construída para pintar o ex-presidente como corrupto e ganancioso, tentando lucrar com presentes recebidos durante seu mandato. No entanto, uma decisão recente do Tribunal de Contas da União (TCU) derrubou essa acusação e colocou em xeque a verdadeira intenção por trás dessa história. Agora, fica a pergunta que poucos na imprensa ousam fazer: quem realmente se beneficiou de tudo isso?
Durante meses, o caso das joias foi tratado pela mídia como um dos maiores escândalos envolvendo Bolsonaro. Diversos órgãos, incluindo a Polícia Federal, o STF e a Procuradoria-Geral da República (PGR), passaram a investigar o ex-presidente como se ele fosse um criminoso. A narrativa construída parecia inquebrá-lo aos poucos, levando a opinião pública a acreditar que Bolsonaro não passava de um golpista disposto a lucrar com os presentes que recebia enquanto chefe do Executivo.