O resultado acumulado nos últimos 12 meses reflete uma trajetória crescente de déficits que se intensificou a partir de 2023. Em 2024, as estatais fecharam o ano com um saldo negativo recorde de R$ 8,07 bilhões, sendo que as empresas públicas federais responderam por R$ 6,73 bilhões desse valor.
Apesar da expressiva deterioração fiscal, o governo argumenta que os números não indicam um “rombo” nas contas das estatais. A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, defende que o cálculo do Banco Central considera apenas o resultado primário das empresas, sem levar em conta que muitas despesas foram cobertas por recursos que já estavam em caixa. “Isso gera um resultado deficitário ainda que as empresas tenham lucro”, afirmou a ministra.
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