Quase oito anos depois de assumirem propinas bilionárias nas investigações da Operação Lava Jato, a empresa JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, ressurge no noticiário de uma nova investigação da Polícia Federal contra corrupção, agora resultante de sentenças do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). A companhia dos irmãos Batista é suspeita de irregularidades em R$ 15 milhões pagos a uma advogada de um grupo suspeito de um suposto esquema de venda de decisões judiciais processuais pelo lobista Andreson de Oliveira Gonçalves.
Dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) enviados à PF registraram suspeitas de irregularidades nos repasses milionários da JBS para a advogada Mirian Ribeiro Rodrigues, esposa do lobista preso pela PF em novembro passado.
Segundo reportagem da coluna de Aguirre Talento, no UOL Notícias, entre as movimentações apontadas como suspeitas pelo Coaf é um pagamento feito por Mirian ao escritório de outra advogada, Aline Gonçalves de Sousa, que é esposa do desembargador do TRF1, César Jatahy.
Diário do poder