Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou sobrepreço de R$ 189,5 milhões e diversas irregularidades em contratos firmados entre a Eletrobras e o escritório de advocacia norte-americano Hogan Lovells. O contrato, firmado em 2015, tinha como objetivo investigar ilícitos ligados à Operação Lava Jato, mas, segundo o tribunal, apresentou superfaturamento, ausência de planejamento técnico e irregularidades na execução dos serviços.
O relator do processo, ministro Benjamin Zymler, classificou os atos como “gestão antieconômica”, destacando que os pagamentos foram desproporcionais aos serviços prestados e que houve falhas na supervisão contratual, além de irregularidades nas subcontratações.
Hora Brasilia