No Brasil de Lula III, a crise econômica tem imposto uma dura realidade para o trabalhador comum, cujo salário mal cobre o essencial. A sensação de escassez é palpável e não se limita ao básico; itens antes acessíveis como a cerveja no final de semana, frutas frescas, a prometida picanha no almoço de domingo e até o simples cafezinho diário se tornaram aquisições distantes da maioria da população.
O salário mínimo, que deveria garantir a subsistência de um trabalhador, hoje mal dá conta de sustentar uma família, com produtos que duram pouco mais que a metade do mês.
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