A cultura, como o cinema, o rádio, a televisão passaram a fazer parte das estratégias com a difusão das opiniões e ideias, em conformidade com os interesses dos supostos controladores e manipuladores, oriundos, supostamente, nos ensinamentos do ministro das comunicações da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels (leia os seus 11 mandamentos na nota ao final do artigo).
A entrevista de Fernando Haddad ontem para a CNN foi um dos pontos mais baixos da história política brasileira. Nunca se viu um ministro da economia tão perdido, tão despreparado, tão politiqueiro, e tão incompetente para o cargo que ocupa. Foi assombroso.
A maior de todas as mistificações, a que mais provocou vergonha alheia, foi a teoria de Haddad de que Bolsonaro estaria por trás do financiamento do vídeo do Nikolas. O motivo seria Bolsonaro não gostar da Receita Federal. Haddad usou a mesma arma (fake news) da Dilma quando, em 2015, culpou o FHC pelo escândalo do Petrolão, por não ter começado as investigações nos anos noventa. Dilma já estava em seu segundo governo, depois de dois do Lula, mas ainda teve a cara-de-pau de puxar a carta do "culpa do FHC".
Sim, esse é o limite moral dessa gente. Haddad tirar da manga o "culpa do Bozo" é mais do que esperado, eram favas contadas, faz parte da cultura interna do partido a arrogância de não reconhecer seus erros. Haddad é a prova de que o PT continua utilizando a arma nazista (fake news) sugerida por Goebbels, não mudou nada. Hilário mesmo é ver o jornalismo militante se fazer de surpreso com isso tudo. Mas ao menos a ficha está caindo para eles e para grande parte da população, graça as redes sociais.