Durante o evento, Maduro elogiou o processo eleitoral venezuelano que, conforme suas palavras, executa 16 auditorias, abrangendo uma análise em tempo real em 54% das urnas. Com base nisso, ele desafiou o sistema de outros países.
“Em que outra parte do mundo fazem isso?”, indagou Maduro. “Nos Estados Unidos? O sistema eleitoral é auditável? No Brasil? Não auditam nem uma ata. Na Colômbia? Não auditam nem uma ata.”
Assim que o ditador da Venezuela expressou críticas ao sistema eleitoral brasileiro, uma parcela da imprensa tradicional lançou uma série de críticas. A mídia começou a apresentar Maduro, agora, como um político de “extrema direita”. O chavista até é comparado ao ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL)