(55)83 87259770

NO AR

Radio Midia Livre

radiomidialivre.com.br

Brasil

Conheça o significado dos Símbolos de Natal para Celebrar o Nascimento de Jesus com Alegria!

Conheça o significado dos Símbolos de Natal para Celebrar o Nascimento de Jesus com Alegria!

Publicada em 05/12/24 às 18:37h - 44 visualizações

por Adriana Helena


Compartilhe
 

Link da Notícia:

 (Foto: Radio Midia Livre )

Com o Advento a todo vapor e a agenda de festas natalinas, minha alma fica ansiosa de antecipação – o Natal está chegando...A verdade é que eu normalmente começo a ficar eufórica já em outubro e meu nível de alegria só aumenta. O Natal é uma época do ano em que a felicidade e os sentimentos de união, fé, amor e solidariedade afloram muito mais nas pessoas. O mais importante dessa ocasião é celebrar o nascimento do Menino Jesus nos nossos lares, por isso, é comum as famílias se unirem para a ceia de natal. Hoje o Vivendo Bem Feliz explica em detalhes os símbolos do Natal e deixa uma mensagem para você no final...


1- A Estrela de Natal

A estrela, na sociedade, sempre esteve ligada às "bússolas naturais" das pessoas. Hoje, os aparelhos de navegação evoluíram de tal forma que as estrelas se tornaram apenas ornamentos no céu, objeto de estudo. Contudo, durante milhares de anos, eram elas as responsáveis em guiar os navegadores pelos mares e os viajantes pelos desertos. Elas indicavam a direção, o sentido e o porto seguro.
Foi uma estrela que guiou os três reis magos – Baltazar, Gaspar e Melchior – do Oriente até Belém, onde nasceu Jesus, para que pudessem presenteá-lo com ouro, incenso e mirra. É lembrada hoje pelo enfeite colocado no topo da árvore de Natal. Jesus Cristo é a estrela que guia a humanidade, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14,6).

2- A Árvore de Natal (O Pinheirinho) 

A árvore de Natal foi inventada por São Bonifácio, que ficou conhecido como apóstolo dos germanos ou evangelizador da Alemanha. O Santo nasceu na Inglaterra, em 672, e faleceu martirizado em 5 de junho de 754. Seu nome religioso, em latim Bonifacius, quer dizer “aquele que faz o bem”, tem o mesmo significado do seu nome saxão Wynfrith. Em 718, Bonifácio esteve em Roma e o Papa Gregório II o enviou à Alemanha, com a missão de reorganizar a Igreja local. Por cinco anos, ele evangelizou territórios que hoje fazem parte dos estados de Hessen e Turíngia. Em 722, foi feito bispo; um ano depois, inventou a árvore de Natal.
Em 723, São Bonifácio derrubou um enorme carvalho dedicado ao deus Thor, perto da atual cidade de Fritzlar, na Alemanha. Para convencer o povo e os druidas, que eram sacerdotes do lendário povo celta, de que não era uma árvore sagrada, ele a cortou. Na queda, o carvalho destruiu tudo que ali se encontrava, menos um pequeno pinheiro. Segundo a tradição, Bonifácio interpretou esse fato como sendo um milagre. Isso aconteceu no Tempo do Advento, e como ele pregava sobre o Natal, declarou: “Doravante, nós chamaremos esta árvore de 'Árvore do Menino Jesus'”. A partir disso, teve início o costume de plantar pequenos pinheiros para celebrar o nascimento de Jesus, inicialmente na Alemanha; depois, para o mundo todo. A partir do século XV, os fiéis começaram a montar as árvores em suas casas. Com a reforma protestante – que suprime as tradições do presépio e de São Nicolau –, a árvore adquire maior protagonismo em muitos países do norte. A seus pés, as crianças encontram os presentes trazidos pelo Menino Jesus.

3- Bolas Coloridas


As bolas coloridas, que adornam a Árvore de Natal, significam os frutos da árvore da vida, que é Jesus. Elas representam os frutos dessa árvore, os dons maravilhosos que o nascimento de Jesus nos trouxe, e, ao mesmo tempo, as boas ações daqueles que vivem em Cristo.

A prática de enviar cartões de Natal surgiu, na Inglaterra, no ano de 1843. Em 1849, os primeiros cartões populares de Natal começaram a ser vendidos por um artista inglês chamado William Egly. Independentemente da sofisticação, beleza e simplicidade, os cartões são símbolos do inter-relacionamento do homem. O ser humano é comunicação, é relacionamento. A dimensão dialogal, de comunhão e empatia do ser humano se expressa pela palavra escrita nesses cartões. Nesse sentido, é significativo nos expressarmos por meio da arte e da palavra contida nesses cartões, pois Cristo é o Verbo, a Palavra criadora, unificadora e salvadora de Deus (cf. Jo 1,1-5).

7- Presentes

A relação Natal-presente é muito antiga. Desde o início, um presente nestas datas tem sido um modo de transmitir às pessoas queridas, de modo material, a alegria própria pelo nascimento do Filho de Deus. Até o século XIX, não se generalizou a ideia, fruto das classes médias, da burguesia. Reis Magos, Menino Jesus, São Nicolau ou Papai Noel, Befana, Olentzero, Caga Tiò são personagens que, nas festas natalinas, dão presentes às crianças.

8 -Presépio

As esculturas e os quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semi-litúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal, serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio (do latim praesepio) surgiu, em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo mais realista. Com a permissão do Papa, Francisco montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de São José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal. 
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que, rapidamente, se estendeu por toda a Itália. Logo, introduziu-se nas casas nobres europeias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos estendeu-se ao longo do século XIX. A França não o fez até o início do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o presépio seja o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.

10- Anjos



Os Anjos são mensageiros de Deus na história da salvação. São o sinal de que "os céus se abriram e Deus visitou seu povo". Simbolizam a comunicação com o Senhor. A Igreja Católica, baseando-se nas Sagradas Escrituras, na herança judaica e nos escritos dos Santos Padres, crê na existência dos anjos, como afirma o próprio Catecismo: “A existência dos seres espirituais, não-corporais, que a Sagrada Escritura chama habitualmente de anjos, é uma verdade da fé. O testemunho da Escritura a respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição” (CIC 328).
 O desenvolvimento da angeologia (estudo dos anjos), na Igreja Católica, aconteceu principalmente no período dos padres apostólicos, quando a fé cristã se viu ameaçada em sua pureza por diversas heresias.O confronto mais rigoroso entre o Cristianismo e a filosofia neoplatônica estimulou Agostinho e o Pseudo-Dionísio a aprofundar a doutrina tradicional sobre a natureza e a função salvífica dos anjos. O Pseudo-Dionísio, autor desconhecido do século VI, apoiando-se em Proclo, dividiu os anjos em nove coros, hierarquizando-os em três tríades de dignidade crescente: 1º hierarquia - Serafins, Querubins e Tronos; 2º Hierarquia - Dominações, Potências e Virtudes; 3º Hierarquia - Principados, Arcanjos e Anjos. Tal nomenclatura celeste aparece em alguns textos escriturísticos, a saber: Efésios 1, 21 e Colossenses 1, 16.



ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário
0 / 500 caracteres


Insira os caracteres no campo abaixo:








.

Bem vindo

(83)98725-9770

Visitas: 140840
Usuários Online: 142
Copyright (c) 2025 - Radio Midia Livre - OBRIGADO POR VISITAR NOSSO SITE
Converse conosco pelo Whatsapp!