Como os deputados federais de esquerda, senadores aliados de Lula se enquadram como “rentistas”, frequentemente atacados pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann, com investimentos no mercado financeiro que lhes garantem ótima renda passiva. Ao todo, senadores do bloco PT, PSD e PSB têm mais de R$38,5 milhões investidos em ações e sobretudo em renda fixa turbinada pela alta da taxa Selic. Os valores já não são esses declarados ao TSE ao registrarem suas candidaturas.
O maior dos “rentistas” é o senador Vanderlan (PSD-GO), ex-dilmista, virou bolsonarista e agora é só elogios a Lula: R$21,8 milhões (2018).
Outro ricaço é o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG): os investimentos do político mineiro passam dos R$9,9 milhões.
No PT, oito senadores têm mais de R$4 milhões na renda passiva. Ex-governador da Bahia, Jaques Wagner é o que tem mais: R$1,1 milhão.
Esta coluna revelou segunda (25), que deputados federais “socialistas de iPhone” do PT, PSB, PCdoB etc. investem R$23 milhões no mercado.
Diario do Poder