É de leitura obrigatória - novamente - o artigo do J. R. Guzzo na Revista Oeste deste fim de semana. Nele, Guzzo afirma o que todo brasileiro já sabe, ou seja, que em nenhuma área o Brasil vai tão bem quanto no agronegócio — e é essa, justamente, a área que o governo Lula, a esquerda e o seu universo mais detestam.
O resto é uma cena de desastre que os brasileiros também já conhece. Contudo, Guzzo dá "nome aos bois" aos segmentos onde o Brasil é visto como um anão, a começar de seu atual presidente, que, inclusive, dá nome ao artigo "O anão sendo anão".
Afirma Guzzo que o Brasil é um anão moral porque para começar:
- "Nenhum país escapa de ser, se tem um Dias Toffoli no seu supremo tribunal de Justiça, perdoando em massa criminosos confessos que praticaram corrupção ativa."
- "É um anão legal, se tem Alexandre de Moraes e suas agressões diárias à Constituição Federal e ao resto da legislação brasileira."
- "É um anão democrático, se tem presos políticos e exilados no exterior."
- "É um anão militar, que não conseguiria defender seu território de um ataque dos pigmeus de Bandar."
- "É um anão tecnológico, que não tem nada a oferecer de útil, ou vendável, para o resto do mundo."
- "É um anão econômico, até isso — país que tem um PIB uma vez e meia menor que o valor de mercado da Microsoft, para ficar num caso só, é anão."
Janja não para. Na última vez que quis mostrar como é mesmo a sua política exterior, disse a um personagem que pode ter atuação importante nas relações com os Estados Unidos, sempre uma prioridade da diplomacia brasileira: “Fuck you, Elon Musk”. Foi o ponto mais baixo a que o Brasil chegou na sua carreira de anão. "Janja nunca ajudou em nada, e nem poderia ajudar, sendo a analfabeta funcional de pai e mãe que é", lembra Guzzo.